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Mostrando postagens de março 18, 2026

O Sentinela.

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Paul Jenkins, co-criador do Sentinela, cria uma nova era para o Guardião Dourado do Bem! Ele já foi um Vingador, um Vingador Sombrio e um Thunderbolt. Ele também já foi esquecido, até mesmo morto. Mas agora o Sentinela está de volta — e o Vácuo também! Paul Jenkins retorna com uma saga épica e ousada, repleta de grandes riscos, estrelada pelo herói mais perigoso da Marvel — um homem com o poder de um milhão de sóis explodindo e uma entidade sombria nascida de sua própria psique. Quando o Vácuo ameaça desvendar a própria realidade, o Sentinela precisa lutar não apenas contra forças cósmicas e impérios criminosos, mas também contra o monstro interior. Com participações especiais de Reed Richards, Homem-Aranha e Rei do Crime, em uma história de escolhas impossíveis e consequências devastadoras. Será que o Sentinela conseguirá salvar tudo quando o preço pode ser tudo o que ele ama? COLETANDO: Sentry (2026) #1-4.

O Sentinela retorna em mais um conto obscuro.

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Quando o Sentinela foi apresentado como um integrante dos Thunderbots, ele foi a única coisa que se salvou em toda aquela patifaria, quem sabe um dia o veremos de volta nos cinemas, mas, isso importa aqui? Claro que não. Desde sua criação, o personagem de Paul Jenkins, Jae Lee e Rick Veitch, foi abordado num tom bastante realista... ele não é só um super-herói que o universo Marvel esqueceu, e sim também a manifestação do lado negro de uma mente humana. Sua similaridade com o alter ego de Robert Bruce Banner, é totalmente implícita, e a amizade entre ambos, se fortaleceu. Após introduzir o personagem numa continuidade retroativa e contribuir cada vez mais com histórias relacionadas com sua psique, Jenkins se manteve fiel ao conceito original do Sentinela, e seu retorno para a Marvel, é gratificante. Roteiro: Intenso. Arte: Obscura. Equipe criativa: Torna a edição ainda mais sombria. Avaliação final: 9.1 (de 10).

As idiotices do Hulk Transgênero.

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Uma nova entidade suprema surge para substituir aquela que está acima de tudo. Bruce Banner com um QI abaixo de uma ameba que não consegue enxergar o óbvio. Betty Ross Narcisista que se torna a voz da razão. Roteiro: Esdrúxulo. Arte: Constrangedora. Equipe criativa: Ridícula. Avaliação final: Nulo! Fezes amorosas. Galhofada. Desconstrução. As letras constrangedoras de Cory Petit. Só piora. Ninguém liga. Desgraçadamente ruim. Agora mostre algo diferente de "O cajado foi concedido para o cachaceiro, ele tem o poder supremo". David Gay Banner. A falta de criatividade nos diálogos. Zumbis da diversidade. TV Globinho. Não vai acabar? A mãe do zumbi é na verdade um manequim. O cientista acéfalo.