terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Todos os roteiristas que já passaram pelo Hulk (Parte 6)

Incredible Hulk Annual Vol 1 #14, Dezembro (1985)


Imunização.

Hulk é capturado por alguns cientistas e após vários testes eles concluem que o Hulk é imune a todas as doenças, nenhuma bactéria sobreviveria na corrente sanguínea do verdão.



Provavelmente o melhor momento do Byrne em sua primeira passagem pelo verdão.

Incredible Hulk Annual Vol 1 #15, Outubro (1986)


O Roteirista "Danny Fingeroth" mostrou que a versão original do Hulk, apesar de mais fraca, pode muito bem se sobressair com seres mais poderosos do que o normal, como quando o vilão Tyrannus se apoderou do corpo do Abominável tornando-o 2x mais forte.

Incredible Hulk Vol 1 #326, Dezembro (1986)


Após cair no banho nutriente que separou e uniu Bruce Banner novamente ao Hulk, Milgrom faz Rick Jones se transformar numa versão do Hulk Selvagem, revertendo a sua forma humana pela manhã, assim como era com o Hulk em suas primeiras histórias.



E o confronto entre os dois Hulks é inevitável (Prelúdio para a enxurrada de Hulks que estaria por vir)





Outra escorregada do Sr. Milgrom:





A mudança de roteiristas acabou meio que sabotando as histórias do Hulk.

Incredible Hulk Vol 1 #328, Fevereiro (1987)


O até então novato, Peter David, passa a assumir os roteiros do Hulk tendo como foco principal o lado psicológico do personagem.



No começo não ligava muito pra essas histórias do Peter David...

Incredible Hulk Vol 1 #357, Julho (1989)


...até os roteiros se tornarem interessantes.





Incredible Hulk Vol 1 #360, Outubro (1989)


Ponto para Bob Harras e o seu conto macabro.



Peter David permaneceu escrevendo o Hulk até a edição de número 474, um recorde, apesar da fama (exagerada, por sinal) os roteiros de David com o passar das edições variam de bons a divertidos e desnecessários como em alguns momentos em que o foco era a mais nova personalidade do Hulk, "O Professor".

Após a era David, a revista do Hulk passava a ter fatos distorcidos de sua cronologia, era uma inda e vinda de roteiristas.

Já a segunda passagem de John Byrne ao título rendeu muito pouco (não é pra esse cara ficar, não tem jeito) ele mostrou mais do mesmo em se tratando do cotidiano de Bruce Banner.



















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