segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Ponto de Reflexão: Entendendo o Bruce Banner dos Cinemas.



Analisando sem muitas delongas o Banner das telonas, podermos ver que cada versão difere totalmente da outra.



O Banner de Eric Bana é um cientista reprimido por seus próprios traumas de infância



O de Edward Norton é um cientista visionário que pesquisava os efeitos da radiação gama.



Já o Banner de Mark Ruffalo é ao mesmo tempo charmoso e bobalhão.



E aonde isso leva? Calma que eu explico:
Temos um Bruce Banner próximo das HQs (Bana), mas que ao mesmo tempo gosta de ser o Hulk (será que alguém se esqueceu da fala: "mas quando acontece...eu gosto!"). E outro que após o incidente com raios gama se tornou um fugitivo (Norton) e procurou por uma cura para o seu problema. Por último um Banner divertido, e que, pasmem, dificilmente sentimos o desespero em se tornar o Hulk, ou até mesmo procurar uma cura para se livrar da maldição que o atormenta (visto que ele e Tony Stark se tornaram parceiros científicos, por isso esse Banner teria todo e qualquer recurso em mãos para iniciar um tratamento intensivo).



Por mais que eu tenha desgostado (e muito) dessa retomada de 2008, reconheço que esse Banner foi o que mais sentiu o peso de se transformar no Hulk.



Mas é claro que a representação maior se deu por um certo médico/cientista que conquistou gerações com um certo seriado televisivo da década de setenta.





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