O roteiro apático de Phillip Kennedy Johnson.


Com desenhos horríveis de Kev Walker, o progressista Phillip KIennedy Johnson (roteiro), ao lado do plagiador Nic Klein (desenhos), com as cores galhofas de Matthew Wilson e as letras patéticas de VC's Cory Petit, tentam tapar o sal com a peneira com uma história que será jogada no limbo do esquecimento, com as trinta edições vazias de 4 anos perdidos.



Introdução.

Aquele que um dia foi um físico brilhante Mulambo Banner e seu alter ego movido a raios gama, o incrível Hippie, foram brutalmente despedaçados. O corpo do Hippie agora é o receptáculo do Ancião, imbuído com o poder corruptor das Escórias Antigas. O Universo Marvel agora precisa lidar com uma das ameaças mais ridículas que já enfrentou...

O INSUPORTÁVEL HIPPIE (HULK TRANSGÊNERO).

Resumo.

"O QUE ACONTECEU COM MULAMBO BANNER?"

Atraídos para um antigo campo de batalha subterrâneo por uma Narcisista Ross possuída, Mulambo Banner e o Incrível Hippie foram despedaçados pelo antigo mal que rouba corpos, conhecido como Ancião. Agora, o Hulk Transgênero (Insuportável Hippie) está construindo um exército de wokes, encarniçando terra e mar, e Mulambo Banner e Narcisista Ross desapareceram. Será que eles sobreviveram ao acerto de contas do Transgênero com Ancião? Há algo que eles possam fazer para nos salvar do Hulk Transgênero? E se sim... onde eles estão?



Uma mensagem que deveria ser importante para a preservação da vida, só serve para ser desprezada.


Nanquins de Cam Smith & Nick 'Plagiador' Klein, cores de Matthew Wilson e Nic 'Plagiador' Klein, capa de Nic 'Plagiador' Klein e designer de Carlos Lao.


Desde que o Hulk panfletário começou a ser publicado, a única coisa que atrai a atenção, mesmo com desenhos medíocres, é a participação da esposa narcisista de Bruce Banner... para que possamos, de fato, ler uma história, por pior que ela possa ser. A vida de Banner, separado do Hulk, é aquela que ele sempre desejou e, agora, ele terá motivos para sorrir, já que está cercado por todos aqueles com "amor" no coração, até mesmo quando, um deles, sente saudades de ver Banner se transformando, uma forma do roteirista mostrar que, o ódio do bem, é livre na comunidade. A edição, tenta passar uma mensagem anti-suicida, mas tudo isso foi mostrado aqui, então, a autopiedade, é o próprio Phillip Kennedy Johnson se martirizando, mostrando como ele encontrou forças para seguir em frente, que tocante (Sqn!).


Roteiro: Tenta compensar tamanha encheção de linguiça.
Arte: Galhofa.
Equipe criativa: Não ajuda.
Avaliação final: 3.1 (de 10).



Com o amor no coração.


Pieguice.


Centro de cura inclusivo.


A fraqueza da carne.


A insatisfeita.


O assexuado Banner não transa mais com sua esposa... seu corpo, suas regras.


O Hulk que saiu de uma lata de lixo.


O marido que é deixado de lado.


Feminismo pós-menopausa.


Aquela que não quer ser normal como o marido.


Não há emoção.


Acabou o sossego.


Hora do interrogatório.


Abobrinhas.


O cientista covarde.


Desenhos horríveis.


Pseudo-grandiosidade.

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