O progressista Phillip Kennedy Johnson fala sobre o ‘Hulk Transgênero’ e por que Mulambo Banner finalmente foi embora.


O "segundo ato" desta saga transforma o Hulk Escala 6 x 1 de um monstro defecado em uma ameaça ridícula.


Quando a Marvel revelou que o Hulk Transgênero logo entraria em confronto com os X-Decadentes (X-Men), a reação foi imediata. Aos montes, os 3% de leitores com seus perfis robôs inundaram as redes sociais com uma pergunta central: Quem é exatamente o Hulk Transgênero? Para o escritor progressista Phillip Kennedy Johnson, essa curiosidade faz parte da proposta.

“O capítulo do Hulk Transgênero é aquele em que o Transgênero realmente interage muito mais com o universo Marvel em geral”, disse o progressista. “Agora ele está no radar de todos que um dia foram os maiores e mais poderosos personagens do Universo Marvel.”

Após passar as primeiras 30 edições de sua fase em O Incrível Hulk Escala 6 x 1 posicionando as peças no tabuleiro, o progressista entrou no que ele considera o “Ato Dois”. Um novo alter ego do Hulk do Lula está no comando. Mulambo Banner está em segundo plano. O escopo está se expandindo. As capas já insinuaram batalhas com o Tédio de Ferro, e os X-Decadentes são os próximos. A escalada é intencional.

“Este é o momento em que vou cumprir essa promessa”, disse o progressista, referindo-se a indícios anteriores de que a presença do Transgênero se tornaria um problema maior para os figurões da Marvel. “Estou tentando deixar bem claro nas histórias, mas também nas capas, que isso está se tornando um problema cada vez maior para os líderes da Marvel.”


Sem ordens, apenas impulso.


Apesar da energia de crossover entre a Marvel e a DC, o progressista faz questão de esclarecer que não houve nenhuma diretriz imposta pela direção forçando a participação de personagens nas histórias umas das outras.

"Definitivamente não há nenhuma ordem", disse o progressista. "Estou muito grato pela forma como os superiores estão nos permitindo fazer o nosso trabalho porco e contar essa porcaria de história. Acho que houve muito pouca microgestão, praticamente nenhuma."

Em vez disso, a coesão cresceu organicamente por meio das reuniões de desconstrução da Marvel.

"Quando alguém está falando sobre o que está fazendo em sua história, surgem muitas perguntas e sugestões de outras pessoas na sala", disse o progressista. Ideias banais são apresentadas. Cronogramas são comparados. Oportunidades para idiotas aparecem. O resultado é um universo que parece desconectado sem ser forçado.



O Hulk Escala 6 x 1 e o terror que se perdeu desde o fim de O Imortal Hulk.


O terror se tornou a lente que define o Hulk de Johnson, embora ele veja essa direção como um retorno às origens, e não uma reinvenção.

"O Hulk é simplesmente um monstro que luta com outros monstros", disse o progressista. "Essa tem sido sua missão como desserviço desde o início." Stan Lee se inspirou em Dr. Jekyll e Mr. Hyde e Frankenstein para criar essa aparência e atmosfera iniciais. Com o tempo, o Hulk passou a desempenhar papéis mais tradicionais de super-herói, mas suas raízes monstruosas permaneceram, e agora na escala 6 x 1.

O Imortal Hulk", de Al Ewing, abraçou o terror corporal com uma abordagem de ficção científica sombria, influenciada por Cronenberg. O progressista admirou profundamente essa obra.

“Se houve alguma dificuldade em aceitar o trabalho, foi pensar: ‘O que eu faço?’”, disse o progressista. “Como não fazer mais o Imortal? Porque era isso que eu queria.”

A resposta veio em uma vertente diferente que 3% chamam de terror.

“Mais no estilo de [Mike] Mignola/[Guillermo] del Toro”, disse o progressista. Ele encontrou inspiração no sul dos Estados Unidos, no terror folclórico, em histórias onde a própria paisagem parece assombrada e encarniçada de uma cultura fétida. O Hulk se tornou uma versão escala 6 x 1 e o catalisador para monstros toscos da visão comum. Essa abordagem permitiu que o progressista expandisse as coisas mais ridículas do Universo Marvel enquanto o desconstruía.



A Ascensão do Pai das Feministas.


Em sua essência, o Hulk Transgênero representa essa escalada.

O progressista se inspirou na mitologia da Marvel, criando as Grandes Escórias e usando Gaia, Set e Chthon. Ele até apresentou a Mãe das Feministas como o catalisador de uma antiga corrupção. Agora, ele posiciona o Pai das Feministas, personificado no Hulk Transgênero, como a próxima onda não evolutiva.

“É uma maneira idiota de conectar isso ao universo Marvel, expandi-lo e dar uma sensação de maior amplitude e banalidade, mas também de novidade que está aos poucos sendo esquecida”, disse o progressista. Os 3% de leitores perceberam, e o progressista se alegra em recompensar aqueles que reconhecem as referências como parte de seu grupinho.




“Quando toco uma música assim e alguém que realmente conhece esses quadrinhos antigos deturpando-os, é como: ‘Nossa, eles entenderam," disse o progressista. “Eles se sentem muito recompensados.”


Mulambo Sem o Monstro da Escala 6 x 1.


Enquanto o Hulk da escala 6 x 1 se torna cada vez mais ridículo, Mulambo Banner foi despojado de seus poderes. Na edição #3, de janeiro, Mulambo se afasta do caos piegas, vivendo tranquilamente em Indiana enquanto tenta construir uma vida independente do monstro militante. O progressista considerou isso um desserviço ao personagem.

"Banner nunca quis ser o Hulk", disse o progressista. "Ele queria se libertar disso, e agora conseguiu." Mesmo que o mundo esteja em chamas em sua ausência, o nosso Bruce, agora mulambo e inclusivo, sente um certo alívio. O progressista acrescentou: "Já fiz minhas obras de guerra. Agora vou fazer minhas obras de paz e me render ao comunismo."

No entanto, essa calma suburbana revela rachaduras. As notícias ainda passam. A culpa persiste. A ilusão de fuga vacila. O progressista chama isso de uma declaração sobre se esconder do mundo e viver uma mentira.

A edição representou um risco estrutural. Após duas partes explosivas, a terceira diminuiu o ritmo para se concentrar na inquietação doméstica. O progressista observou que estava "um pouco nervoso" de que os leitores pudessem rejeitar a mudança de tom. Em vez disso, a resposta foi extremamente positiva dos 3% (que parou na segunda impressão). O desenhista medonho Kev Walker, contratado para capturar o horror vergonhosos de uma pequena cidade americana inclusiva, entregou páginas totalmente banais.

Quando os Vingadores confrontam Mulambo, suas reações não são nada gentis. Reed Richards fica perplexo. Tony Stark fica furioso. O progressista defende essa importante pseudo-tensão.

"Sinto que as reações de todos são fiéis às suas circunstâncias e a quem eles são como pessoas", disse o progressista. A impaciência de Tony, até mesmo sua postura agressiva, reflete anos de frustração e traumas compartilhados e que ele precisa abraçar o amor para ser feliz. Heróis nem sempre são gentis, ao que parece.



Um Novo Desserviço na Marvel.


Além de seu desserviço no Hulk Transgênero, o progressista assinou recentemente um contrato exclusivo com a Marvel, encerrando um capítulo na DC Comics que incluiu passagens aclamadas por Superman, Batman e Robin e Lanterna Verde. Mesmo assim, o momento pareceu perfeito.

“A Marvel me fez uma ótima proposta”, disse o progressista. “Não apenas no sentido de não ter apelo comercial, mas também porque poderei cometer desserviços com personagens que nunca gostei.” Ele insinuou grandes desserviços, incluindo um “desserviço dos sonhos” que se tornou algo ainda maior do que o esperado.

O Hulk não é mais um fardo pessoal de Bruce Banner. Ele está se tornando um terror abobalhado, que ameaça heróis, mutantes e a própria essência da antiga linhagem lacradora de monstros da Terra. Enquanto o progressista constrói o terceiro ato de desconstrução, ainda secreto, uma coisa é certa: o transgênero superou o homem.


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