Hulkboy® avalia...
The Incredible Hulk Omnibus Vol. 1 (CAPA DURA).
O começo de tudo, a transição de mudança de cor (do cinza para o verde), as seis primeiras edições sessentistas compiladas, a nova morada (Tales to Astonish) e a popularidade nos quadrinhos conquistada com boas histórias, contadas por seu criador (Stan Lee), culminando em seu próprio título solo, tudo que se tornaria ainda melhor.
9 estrelas.
The Incredible Hulk Omnibus Vol. 2 (CAPA DURA).
Força bruta que aumenta decorrente da selvageria, um casamento que acaba não acontecendo por conta de um surto de fúria, um tentativa de cura (o homem é separado fisicamente do monstro) que acaba piorando as coisas e muita ação com um trabalho de artistas comprometidos a trazer o melhor. Esse é o Hulk em sua essência! 100% recomendado!
9 estrelas.
The Incredible Hulk Omnibus Vol. 3 (CAPA DURA).
Vilões que usam o monstro verde de poder bruto para seus propósitos, o dia que o Hulk foi parar em um mundo microscópico e conheceu o primeiro e maior amor de sua vida e o talento de John Severin e Herb Trimpe. Essencial!
9 estrelas.
Essential Rampaging Hulk Vol. 1 (ENCADERNADO).
Após nove histórias apresentadas como obra de ficção dentro de uma realidade alternativa, a série se relaciona com o universo 616, com um roteiro que aproveita o que há de melhor na série televisa do Hulk. A qualidade, é suprema! Inspirado no formato da clássica Espada Selvagem de Conan. Essencialmente recomendado para leitores maduros.
9 estrelas.
Essential Rampaging Hulk Vol. 2 (ENCADERNADO).
Contos coloridos e em preto e branco, incluindo Bruce Banner fazendo parte da vida de várias pessoas, tentando viver como uma pessoa normal, mas que se depara com violência doméstica, suicídios e os demais problemas da vida suburbana. Destaque para uma história inspirada em um episódio da segunda temporada do seriado televisivo do Hulk, sobre pessoas portadoras de deficiência mental. Imperdível! Essencialmente recomendado para leitores maduros.
9 estrelas.
The Incredible Hulk: Pardoned (ENCADERNADO).
Um marco na história do Hulk por Bill Mantlo (roteiro) & Sal Buscema (arte). O homem-monstro, prova para o mundo, que ele não representa mais uma ameaça, subjugando seu lado selvagem, o Hulk agora é uma versão inteligente com a mente de Bruce Banner... o monstro, se tornou o herói, porém, sem sua selvageria, Banner terá de reencontrá-la.
10 estrelas.
The Incredible Hulk: Regression (ENCADERNADO).
O sonho de Bruce Banner, se torna um pesadelo terrível, e com a adição de Gerry Talaoc, na arte-final, o arco do Hulk Inteligente se torna obscuro o suficiente para uma trágica conclusão pós-Guerras Secretas. Um capítulo imperdível, que ultrapassou as barreiras do tempo e se consolidou merecidamente. Recomendado para os verdadeiros fãs. Esmagador!
10 estrelas.
The Incredible Hulk Epic Collection: Crossroads (ENCADERNADO).
O Hulk Inteligente, reverte para uma versão selvagem... uma selvageria movida por uma raiva irracional, fazendo com que ele cause o caos em Nova Iorque, sendo banido para as encruzilhadas, uma dimensão onde o Hulk não pode ferir ninguém. Hulk, faz novos amigos e parte numa jornada de autoconhecimento. Obrigatoriamente recomendado!
10 estrelas.
The Incredible Hulk Epic Collection: Going Gray (ENCADERNADO).
As histórias do Hulk, começam a perder o atrativo, ele é separado de Bruce Banner por um banho nutriente experimental e se torna uma fera irracional, dando tempo suficiente para seu alter ego fracote pedir sua amada em casamento. Momentos embaraçosos do Hulk, se seguem com John Byrne e Al Milgrom, este último, que tenta compensar pela curta passagem de Byrne, trazendo o Hulk original das primeiras histórias de Stan Lee e Jack Kirby, de volta, com sua persona demoníaca e ameaçadora. Quando Peter David (que aqui faz sua estreia como escritor) tenta escrever uma história tensa do Hulk, ele quebra o gelo rapidamente, com uma piada idiota, como quando Banner está prestes a cessar sua existência, e uma fala esdrúxula, totalmente fora de contexto, quebra toda a tensão. Diversão genérica do final dos anos oitenta.
Só se salvam dois anuais, ambos com a arte inigualável de Sal Buscema.
6 estrelas.
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 1 (CAPA DURA).
Criando uma nova abordagem para o Hulk Cinza, o Hulk demoníaco e ameaçador das primeiras histórias sessentistas, Peter David, assume o compromisso de comandar o título do Hulk, algo que, segundo ele, ninguém mais queria escrever a revista. Nisso, o Hulk é diminuído em força bruta, e têm apenas sua malícia explorada, deixando-o nas mãos da S.H.I.E.L.D. e tendo que trabalhar ao lado dela para impedir que bombas gama clandestinas criem mais Hulk's por aí. Quando o mundo pensa que o golias cinza morreu, ele retorna em grande estilo em Las Vegas, como leão de chácara.
A arte de Todd McFarlane, é esquisita, e temos um retorno de Marie Severin na arte-final, enfatizando o lado grotesco do Hulk Cinza na arte de Jeff Purves. Severin, faz o mesmo com o estreante Dale Keown, ficando evidente que, sem uma profissional como Marie Severin, o Hulk, deixa de ser um monstro nos traços de Keown. Diversão com linguajar juvenil.
Há ao menos um conto degustante com arte de John Ridgway.
Destaque para a edição #360 de Incredible Hulk, na qual o editorial foi contra as ideias de Peter David.
6 estrelas.
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 2 (CAPA DURA).
O superestimado Peter David, junta duas personas do Hulk, incluindo o próprio Bruce Banner, criando um novo Hulk de cara limpa, que logo se junta a uma organização clandestina, onde é praticamente chantageado pelo dono da mesma para compensar pelas destruições que causou após receber o perdão presidencial. O Hulk, agora é um super-herói, ele usa colante e veste pantufas, David, quis que essa versão se tornasse permanente. Há uma edição absurdamente mal escrita, em que um antigo parceiro do Hulk, Jim Wilson, contrai o vírus da aids, sem sabermos como isso aconteceu, se foi numa transfusão de sangue, ou pela troca de sêmen... não há nenhuma explicação. A desprezível década de noventa!
5 estrelas.
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 3 (CAPA DURA).
Sai Dale Keown, entra Gary Frank, e o Hulk continua de cara limpa. Nem mesmo Peter David criando uma versão futurista do Hulk, é suficiente para compensar pela perda do lado monstruoso do Hulk. Quando Frank encerra seu tempo como desenhista, o competente Liam Sharp, chega para apenas um arco, mas tudo continua na mesma. Pré-degradante!
5 estrelas.
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 4 (CAPA DURA).
Só os desenhos horríveis de Angel Medida, mostram por si só o nível degradante que o Hulk do Peter David alcançou nas HQs. Para piorar, a selvageria do Hulk foi redefinida após sua participação na saga Massacre Marvel, onde ele foi separado de Bruce Banner e deixado em um canto do universo 616, enquanto Banner permanece numa dimensão de bolso, renascendo na insossa saga intitulada Heróis Renascem. Com a desculpa de estar se dedicando a outros projetos, David, mata uma personagem e deixa Banner de luto. Há também a estreia do Esquerdista Jr. (Mike Deodato Jr.) na arte, que logo sai para Adam Kubert assumir, apenas para Dan Green e Joe Kubert compensar pelos traços piegas. Podre!
Destaque para as cores vibrantes de Steve Buccellato.
4 estrelas.
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 5 (CAPA DURA).
Se alguém esperava que o retorno de Peter David ao Hulk, renderia algo de produtivo, saiba que ele voltou numa compilação de altos e baixos... quando acerta, erra feio. Com raras exceções de algumas histórias publicadas em especiais, de resto, é um fracasso constante, incluindo continuidades retroativas e a apatia do roteiro.
Destaque para o arco A Tempestade, a única história decente do Hulk que Peter David já escreveu.
3 estrelas.
Incredible Hulk by Byrne & Casey Omnibus (CAPA DURA).
Após o término do run de Peter David, a série do Hulk prosseguiu com Joe Casey nos roteiros, preparando terreno para o retorno de John Byrne e trazendo de volta o Hulk Verde Selvagem, numa versão ainda mais monstruosa, com Ron Garney e Dan Green na arte. Sal Buscema, faz um breve retorno, agora, na arte-final, destaque para o segundo volume de Rampaging Hulk, sempre na iniciativa da Marvel, no final da década de noventa, de resgatar o que havia sido perdido.
8 estrelas.
Hulk: Dogs of War (ENCADERNADO CAPA DURA).
Com uma abordagem psicológica, e um roteiro pé no chão... Paul Jenkins, criador de O Sentinela, responsável pela maior continuidade retroativa que a Casa das Ideias criou no início do novo milênio, apresenta um novo capítulo na vida de Bruce Banner, de luto por uma perda irreparável em sua vida, forçado a se dividir entre suas personas dominantes e viajando dentro de sua própria mente fragmentada. Há também a minissérie Banner, de Brian Azzarello e Richard Corben, embora desnecessária na compilação de histórias com forte apelo emocional, na qual a mini não se encaixa. Ótimo!
9 estrelas.
The Incredible Hulk: Return of The Monster Omnibus (CAPA DURA).
Aproximando-se da publicação para leitores maduros, Hulk!, Bruce Jones, comanda o segundo volume do golias esmeralda, tendo como foco Bruce Banner, assim como na série televisiva, que reforçou sua popularidade. É obscuro, e há também o retorno de um Mike Deodato Jr. na arte, que simplesmente é o seu melhor trabalho nas HQs, ao lado de uma grande equipe criativa com grandes nomes como, John Romita Jr., Lee Weeks, Stuart Immonen e Doug Braithwaite.
9 estrelas.
Hulk: Gray (ENCADERNADO) All-New Edition.
Na Marvel, Jeph Loeb, só é usado para avacalhar com a imagem dos personagens, criando continuidades retroativas, retomando a origem do Hulk para uma nova geração de leitores. Pífio e desnecessário, como tudo que é escrito por Loeb.
3 estrelas.
Hulk / Wolverine: Six Hours (ENCADERNADO).
O mais do que competente, Bruce Jones (roteiro), mantém o leitor na expectativa para a aparição do Hulk, que não desaponta na arte de Scott Kollins. Dá-lhe série televisiva como fonte de inspiração. Suspense na medida certa.
8 estrelas.
Wolverine Legends Vol. 1: Wolverine/Hulk (ENCADERNADO).
Uma história com apelo emocional que praticamente foi esquecida por boa parte dos fãs do Hulk e do Wolverine. A arte de Sam Kieth, remete a inocência da protagonista, uma garotinha que está a procura de seus pais, enquanto se interpõe no duelo entre um golias verde selvagem e um mutante com garras de adamantium. Vale a pena uma conferida!
8 estrelas.
Hulk & Thing: Hard Knocks (ENCADERNADO).
Bruce Jones (roteiro), junto com Jae Lee (arte), mandam o Coisa para um bar distante para provocar Bruce Banner e o Hulk ouvir o quão ele sempre foi um derrotado, quando comparado com Ben Grimm. Obviamente, o Hulk não vai ficar quieto, e isso leva ao motivo do pedregulho tê-lo incomodado. Humor e porradaria na medida certa. Recomendado!
8 estrelas.
Hulk: Planet Hulk Omnibus (CAPA DURA).
Tudo que ocasionou num arco cataclísmico do Hulk no decorrer do novo milênio, está compilado aqui! De diretor de curtas-metragens japoneses eróticos, Greg Pak, escreve a retomada que o Hulk necessitava antes de perder novamente sua reputação (algo que Peter David estava se especializando em fazer em seu retorno ao Hulk). Um Hulk frio e de poucas palavras, é banido para o espaço após os heróis se reunirem e chegarem a conclusão de que ele é perigoso demais para viver na Terra. Durante seu exílio, o Hulk só fica mais irritado, tornando-se imensamente poderoso e conseguindo o respeito dos povos de um planeta alienígena, até depor um tirano e se tornar rei. Como tudo na vida de Bruce Banner, resulta em tragédia, logo o Hulk encontra motivos para se enfurecer, retornando ao seu planeta de origem.
9 estrelas.
World War Hulk Omnibus (CAPA DURA).
Ameaças, genocídio, e guerra! o Hulk voltou para a Terra para punir os humanos fracos, e ele fará com rigor. Após a guerra civil dos heróis, e a consequência devastadora que ela causou, o monstro verde está com o caminho livre para esmagar quem quer que esteja em seu caminho. É a primeira (e única) saga que o Hulk teve nas histórias em quadrinhos. Deleite-se, ou compadeça pelos heróis serem surrados com violência extrema. Porradaria esmagadora de alto nível!
9 estrelas.
Hulk: Red Hulk Omnibus (ENCADERNADO).
Porcaria generalizada! Agora, o Hulk se torna apenas um mero coadjuvante nas histórias de um novo Hulk Vermelho, que entra em cena mostrando o quão poderoso é, para depois se tornar apenas uma criação genérica de Jeph Loeb, com desenhos absurdamente infantiloides de Ed McGuinness, estrelando mais criações idiotas, como Bomba-A e outras.
2 estrelas.
The Incredible Hulk Vol. 1: Son of Banner (ENCADERNADO).
Jeph Loeb, fez o Hulk Vermelho drenar boa parte da radiação gama de Bruce Banner para curá-lo do Hulk. Agora, Banner precisa se virar como pode, e se tornar o guia do filho do Hulk na Terra, que quer enfrentar o pai para mostrar sua superioridade. A arte de Ariel Olivetti, não ajuda. Aqui, o roteiro de Greg Pak é sofrível de tão bobo e mesquinho. Fraco!
5 estrelas.
The Incredible Hulk Vol. 2: Fall of the Hulks (ENCADERNADO).
O desinteresse retorna nas histórias do Hulk, cada vez mais, o personagem se distancia de todos os elementos que ajudaram a manter sua reputação intacta. Tudo isso, é graças a Jeph Loeb, que fez Greg Pak tentar dar alguma importância no que se sucedeu após a guerra do Hulk, mas é em vão. Irritantemente entediante, uma lástima!
4 estrelas.
The Incredible Hulk Vol. 3: World War Hulks (ENCADERNADO).
Todos são Hulk's, ou foram transformados de alguma forma em criações genéricas, e isso inclui a esposa afetada de Bruce Banner. Pai (Hulk) e filho (Skaar) se defrontam, e Greg Pak tenta apelar pelo drama que somente Bill Mantlo foi capaz de apresentar. Pak, não é Mantlo, e isso diz tudo! É só o ponto de partida para mais histórias desnecessárias.
5 estrelas.
The Incredible Hulks: Chaos War (ENCADERNADO).
As aventuras de Hulk e sua família... novamente, temos histórias repletas de ação, com um Hulk controlado por Bruce Banner que são muito chatas de ler. Quanto tempo mais Greg Pak permanece escrevendo o Hulk? Era isso que queríamos saber na época, e que logo teríamos a resposta no run que Jason Aaron estaria preparando. Deveras entediante!
4 estrelas.
The Incredible Hulks: Planet Savage (ENCADERNADO).
Não é por acaso, que essa família Hulk, culminou na criação de uma animação insossa pelo que Jeph Loeb havia feito com o universo do Hulk pós-Hulk Contra O Mundo. São histórias muito chatas, que inclui briguinhas entre Banner e sua esposa e momentos que constrangem a imagem do Hulk. Publicado apenas para ser esquecido. Dispensável!
3 estrelas.
The Incredible Hulks: Dark Son (ENCADERNADO).
O filho sombrio do Hulk, o meio-irmão de seu filho, Skaar. Um capeta em forma de guri que veio para conquistar a Terra e dar trabalho para a família de Banner. O desfecho é dramático, porém superficial. Totalmente dispensável. Pak No More!
4 estrelas.
The Incredible Hulks: Heart of the Monster (ENCADERNADO).
Para encerrar a segunda passagem sofrível de Greg Pak a frente do Hulk, ele escreve um arco que têm como propósito a fonte dos desejos de um vilão do Hulk que atende o pedido dele e de sua família. O necessário para Bruce Banner se distanciar de sua família, mas não sem um atrito com sua esposa. Pensa em algo absurdamente idiota. Dispensável!
3 estrelas.
The Incredible Hulk by Jason Aaron: The Complete Collection (ENCADERNADO).
De Marc Silvestri na arte, partindo para Whilce Portacio e Jeft Palo, passando até mesmo Steve Dillon, o Hulk luta para se ver livre de Bruce Banner, do qual ele havia separado, agora num modo totalmente diferente de antes. Ao invés do Hulk se torna um motor de destruição desenfreado, a consequência de separação, é focada totalmente em Banner, que se torna um cientista louco, sacrificando a vida de vários animais numa ilha remota na intenção de recriar o Hulk. Após uma segunda passagem sofrível de Greg Pak a frente do Hulk, o run de Jason Aaron, foi a melhor coisa desde então.
8 estrelas.
Indestructible Hulk By Mark Waid: The Complete Collection (ENCADERNADO).
Concluindo que nenhum método de cura poderia livrá-lo do Hulk, Bruce Banner decide reparar os danos causados pelo Hulk trabalhando para a S.H.I.E.L.D. Mantendo um controle sobre o golias verde selvagem, o Hulk esmaga sempre focando num ponto específico onde ele possa descarregar sua raiva. Vale a pena uma conferida, essa é a Marvel NOW!
8 estrelas.
Savage Hulk Vol. 1: The Man Within (ENCADERNADO).
O competente Alan Davis (roteiro e arte), cria uma continuidade retroativa que sequencia os eventos que levaram o Hulk Selvagem a um duelo com os X-Men. Charles Xavier, está em débito com Bruce Banner, ele irá ajudá-lo, não importa se o Líder surgir para complicar tudo. Recomendado, diversão garantida no mesmo estilo Hulk esmaga! Vale uma conferida!
8 estrelas.
Savage Hulk Vol. 2: Down To Crossroads (ENCADERNADO).
O desfecho do arco escrito e desenhado por Alan Davis, uma continuidade retroativa no período que o Hulk se encontrava nas encruzilhadas e um conto extraído de um especial de terror. Recomendado, vale uma conferida pelas três indicações.
8 estrelas.
Thanos vs. Hulk (ENCADERNADO).
Programado para ser publicado no segundo volume de Savage Hulk, essa minissérie acabou se tornando um pretexto para salientar a relatividade infinita de Jim Starlin, enquanto o Hulk Selvagem é apenas usado como personagem de apoio. Roteiro lamentável, e nem mesmo a arte competente de Starlin, consegue salvar tamanha mediocridade. Podre!
2 estrelas.
Marvel Knights Hulk: Transformé (ENCADERNADO).
Piotr Kowalski, é um artista promissor em histórias em quadrinhos de terror atualmente, com o Hulk, para o selo Marvel Knights, ele não faz por menos, e Joe Keating (roteiro), entrega uma minissérie que se torna interessante com o passar dos anos. O Hulk, é irreplicável, que isso fique claro, ainda mais para aqueles que o subestimam. Vale uma conferida!
8 estrelas.
Hulk by Mark Waid & Gerry Duggan Complete Collection (ENCADERNADO).
Após ser baleado na cabeça, Bruce Banner passa por uma operação e tem seu QI aumentado, como Hulk, ele se torna o Doutor Jade, uma versão muito mais inteligente do que as anteriores. Ele rapidamente começa a trabalhar numa cura para sua família, que inclui o Hulk Vermelho e a esposa de Banner, Betty. Um dos melhores trabalhos de Mark Bagley na arte, junto com o reforço de Drew Hennessy e uma equipe criativa esmagadora, deixando oportunidades para sequências.
8 estrelas.
The Immortal Hulk Omnibus (CAPA DURA).
Obscuro, controverso, aterrorizante e complexo. Tudo isso, é o universo do Imortal Hulk... a criatura mais poderosa que já caminhou sobre a Terra, desconhece o que há além do plano material, e sua descrença, afetará Bruce Banner e as pessoas ao seu redor. Sua raiva, alimenta uma entidade que se encontra abaixo de tudo, o inferno pessoal no qual o Hulk se torna o avatar da destruição. Monstros, demônios, gore, feitos do Hulk que ultrapassam os limites da compreensão e horror psicológico, completam o quadro. Um quadrinho de terror, que não pode ser replicado facilmente. Insano!
Destaque para os elementos que Al Ewing (roteiro) extrai de todos os períodos do Hulk, e a arte escatológica do brasileiro Joe Bennett 'Bené Nascimento' junto com uma equipe criativa esmagadora, que inclui Ruy José/Belardino Brabo (nanquins), Paul Mounts (cores), VC's Cory Petit (letras) e Alex Ross (capas). O melhor run do Hulk atualmente.
9 estrelas.
Hulk by Cates & Ottley Omnibus (CAPA DURA).
Quando a Marvel encerra um grande run do Hulk, ela retoma o personagem e volta ao ponto de regressão na qualidade de suas histórias. O emotivo, Donny Cates, rejuvenesce Bruce Banner a um nível onde suas histórias se tornam um pretexto para alegrar uma geração de adolescentes. Apático, e o lado bom, é que isso acabou mais rápido que se imaginava.
3 estrelas.
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