A resposta de Kevin Smith aos idiotas da internet.



Kevin Smith, tem experiência como cineasta, quando o assunto é cinema, ele sabe o que está fazendo, e em 'Homem-Aranha/Hulk: Fogo e Enxofre', ele entrega, no primeiro ato da HQ, uma história para leitores retardados que anseiam por lutas/escalas de poder e o básico: heróis lutando contra malfeitores. Para a massa acéfala que brotou do c* de suas mães irresponsáveis que não souberam como educá-los, essa é a diversão básica que eles querem nas histórias em quadrinhos de super-heróis e até mesmo no cinema. Porém, quando a porta da realidade bate forte na cara desse povo, eles não conseguem aceitar o lado sério de uma HQ... e na segunda edição de Fogo e Enxofre, há uma espécie de reconstrução ao Imortal Hulk, quando ele passou a se tornar uma viagem confusa na mente de Al Ewing, na qual Smith resume, em poucas palavras, a origem da maldição de Bruce Banner. É tudo muito prático, com um aracnídeo estando ali para presenciar tudo, e até mesmo se responsabilizar pelas destruições do alter ego de Banner, quando o mesmo é provocado para que o Aranha possa acreditar no que ele possa ver. A arte e as cores se destacam. Nada mal, aprovado!


Roteiro: Narrativa muito bem construída.
Arte: R.B. Silva mostrou mais competência aqui do que em One World Under Doom.
Equipe criativa: Competente.
Avaliação final: 9.1 (de 10).

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