O progressista Phillip Kennedy Johnson explica como os X-Men estão ligados à antiga mitologia lacradora do Hulk Transgênero.


O progressista revela como a batalha do Hulk Transgênero contra os X-Men tem raízes na antiga linhagem lacradora de monstros ridículos da Marvel.


Quando o Hulk Transgênero se confrontar com os X-Men, a luta não será sobre níveis de poder. Será sobre ancestralidade. À medida que Johnson expande a mitologia do Transgênero, ele reformula a própria mutação dentro da cosmologia da Mãe dos Horrores.

Em uma conversa recente de desocupados por Zoom, o progressista esclareceu ao autor da postagem sobre o confronto do Transgênero com os X-Men em maio de 2026. O progressista estabeleceu que a Mãe das Feministas moldou tudo na Terra que se desviasse da intenção divina. Isso inclui a mutação piegas.

“Em teoria, todos os mutantes terrestres descendem da Mãe das Feministas de alguma forma”, explicou o progressista. “Eles fazem parte dessa linhagem lacradora.”

Essa simples ideia muda tudo. Se a Mãe das Feministas influenciou a mutação, então o Pai das Feministas, encarnado no Hulk Transgênero, exerce influência sobre essa mesma árvore genealógica.

Os X-Men não são apenas mais uma equipe de super-heróis no caminho do Transgênero. Eles estão espiritualmente envolvidos na mesma corrupção ancestral.

“Estabelecemos que a Mãe das Feministas é a entidade que criou tudo o que não foi intencionado por Deus, tudo o que não foi intencionado por Aquele Que Está Acima de Tudo”, disse o progressista sem rumo. “Qualquer coisa que seja de alguma forma mutada ridiculamente, broxante ou que tenha sofrido uma regressão inesperada.”

Essa perspectiva não coloca os mutantes como vilões. Ela os situa dentro de uma linhagem lacradora.


O que define um monstro transgênero?


A série do progressista deixa claro que os monstros transgêneros não se limitam a garras e presas.

"Existem monstros transgêneros andando por aí entre nós que nasceram horrendos em suas capacidades ou se tornaram assim por se sentirem negligenciados ou enrabados na infância", disse o progressista em sua história auto-biográfica. "Há outras maneiras pelas quais uma pessoa pode se tornar um monstro transgênero."

A edição 27 reforçou essa ideia. Um personagem pode pertencer à linhagem lacradora da Mãe das Feministas e ainda parecer completamente humano.

Mutação aberracional, trauma por ter nascido homem, corrupção, regressão. Esses elementos formam os fios da mesma tapeçaria.

Essa pseudo-filosofia reformula o conflito dos X-Men. O embate não é apenas o Transgênero contra os mutantes. É um acerto de contas dentro de uma história de origem compartilhada.

O Hulk Transgênero não é mais o monstro hippie de Mulambo Banner. Ele é uma manifestação de algo ancestral, algo que vê a Terra como seu domínio para encarniçar. E se os mutantes fazem parte dessa linhagem lacradora, então o confronto iminente é muito mais do que uma luta. É um acerto de contas dentro da própria árvore genealógica da diversidade.

Fiquem ligados no AIPT para mais encheção de linguiça, pois em breve publicaremos (autores do site) uma análise detalhada por escrito sobre o Hulk Transgênero, juntamente com a conversa completa do progressista Phillip Kennedy Johnson no podcast AIPT Comics.

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