As piores histórias do Hulk.
Hulk volta para a Terra após o seu exílio nas encruzilhadas, apenas para ser separado de Bruce Banner e se tornar irracional enquanto Banner, livre de seu alter ego, aproveita a oportunidade para se casar com Betty Ross. Genérico!
Só se salva o anual com arte de Sal Buscema.
Sai John Byrne entra Al Milgrom (argumento/arte) para sequenciar o conceito de Byrne e unir Bruce Banner ao Hulk, resultando no retorno do Hulk Cinza. Sal Buscema retorna na arte de mais um anual, enquanto a estreia de Peter David (roteiro) mistura momentos tensos com humor fora de contexto. O fim da década de oitenta. Totalmente genérico!
Um Hulk Cinza cujo objetivo é subjugar a influência de Bruce Banner dentro dele, seguem-se violência doméstica, mulher de Banner buscando conforto nos braços de um latino, uma entidade que decide fazer justiça punindo agressores de mulheres, desenhos embaraçosos e poucas coisas que se salvam, incluindo um breve retorno de Marie Severin (arte-final) e um conto com arte de Sam Keith. Histórias que não resistiram ao tempo, só servem diversão temporária.
Peter David une três personas dominantes do Hulk e cria um Hulk totalmente novo, deixando o escritor numa zona de conforto da qual ele pode escrever qualquer tipo de história, menos aquela em que o personagem seria de fato o Incrível Hulk. Não há como negar que David se tornou o câncer dos anos noventa. Colantes, pantufas. Para afeminados!
Quando finalmente temos uma minissérie onde o Hulk é transportado para o futuro para lidar com sua versão malévola, Peter David decide quebrar o gelo com suas piadas e mostrar como as mulheres foram vendidas como escravas. Sendo o esquerdista que é, e foi até o último dia de sua vida, o Hulk se tornou uma ferramenta para que essas escórias pudessem fazer o que elas quisessem nas HQs. Absurdamente patético, tudo piorava na década decadente!
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 4 (CAPA DURA).
Quando a saga do Massacre se encerra, outra se inicia (Heróis Renascem), e o Hulk é o reflexo de dois eventos degradantes, sendo o segundo,o pior deles. Nada parece fazer sentido nos roteiros de Peter David. Qualidade pífia!
The Incredible Hulk by Peter David Omnibus Vol. 5 (CAPA DURA).
Com exceção daquela que seria a última historia do Hulk (O Último Titã), incluindo um arco que traz de volta a versão demoníaca do personagem (A Tempestade), seguindo com um especial inédito no Brasil (Hulk vs Fin Fang Foom), uma história extraída de outro especial também inédita no Brasil (Hulk Monster-Size Special) e a preparação para Hulk Contra O Mundo, nada mais se salva nessa compilação. Peter David é realmente um roteirista limitado, não vale a pena, lástima!
The Incredible Hulk Vol. 1: Son of Banner (ENCADERNADO).
Após Hulk Contra O Mundo, Greg Pak (roteiro) só escreveu baboseiras, deixando o Hulk de lado, ele explora um Bruce Banner que se vira sozinho com sua tecnologia ao lado de Skaar, o filho de seu alter ego que deveria ser uma versão selvagem e monstruosa, mas é apenas mais um personagem criado para novos leitores. As caricaturas de Ariel Olivetti, são absurdamente constrangedoras. Infantilidade em escala máxima, histórias chatas/monótonas... passe longe!
The Incredible Hulk Vol. 2: Fall of the Hulks (ENCADERNADO).
Mesmo com a arte de Paul Pelletier, as histórias do Hulk sob o comando de Greg Pak, não conseguiam sair da mesma monotonia, e nem mesmo coma arte de John Romita Jr. em um especial, não é o suficiente para compensar tamanho marasmo. Quando a Marvel acerta, ela erra em dobro, Hulk como o resultado da falta de um rumo construtivo. Podre!
The Incredible Hulk Vol. 3: World War Hulks (ENCADERNADO).
Compilação perfeita para fãs no TikTok, exceto a republicação de Incredible Hulk #312, de Bill Mantlo (roteiro), Mike Mignola (arte) e Gerry Talaoc (arte-final). Hora de farmar aura com o Hulk Dragon Ball Z de Greg Pak. Pífio/desnecessário!
The Incredible Hulks: Dark Son (ENCADERNADO).
Agora, o Hulk se divide entre um Banner tecnológico e um Hulk focado em seus objetivos... nisso, um novo filho do Hulk surge, causando destruição... papai tenta falar com ele, ele não ouve, então, terá de ser destruído. Totalmente entediante!
The Incredible Hulks: Chaos War (ENCADERNADO).
As cores de Paul Mounts, deixam as páginas mais obscuras, mas tudo ainda é muito superficial nos roteiros de Greg Pak, que está longe de igualar em seriedade com Bill Mantlo... Pak, está um pouco acima de Peter David aqui, mas mesmo assim não é suficiente para salvar seu Hulk pós Planeta Hulk/Hulk Contra O Mundo. Um run que se estendeu demais!
The Incredible Hulks: Planet Savage (ENCADERNADO).
Após ser punido por Zeus, o Hulk e sua família irradiada são enviados para a terra selvagem, seguem-se aventuras ridículas de Banner/Hulk ao lado de sua mulher narcisista. Tudo é bobo e mesquinho... nada parece salvar. Poupe-se!
The Incredible Hulks: Heart of the Monster (ENCADERNADO).
Para poupar os humanos, um Hulk motivado é deixado numa dimensão negra onde lá ele e uma Mulher-Hulk Vermelha e narcisista podem esmagar tudo. Roteiro insosso, desperdício de páginas. Perfeito para adolescentes descerebrados!
Um Bruce Banner hippie, com aparência de sem terra, decide se isolar enquanto foge das autoridades... nisso, uma adolescente mimada decide fugir de casa, ela assassina o pai, encontrando conforto nos braços do Hulk, que está sendo caçado por uma fêmea com a ajuda e dois lacaios. Ela representa um ser primordial, e deseja se apossar da carne do Hulk. Se você ama ver homens sendo extintos em prol do feminismo, vai amar isso. Tudo é cartunesco e panfletário!
Phillip Kennedy Johnson (roteiro), infunde cultura folk no que ele acredita ser uma história de terror, Bruce Banner, não é mais um cientista, e sim um vagabundo da escala 6x1 que permanece o tempo todo cuidando de uma adolescente que assassinou o próprio pai. Dá-lhe homens sendo extintos para a formação dos Caçadores de Homens. A esquerda simplesmente destrói a imagem do Hulk, sem nenhuma piedade! De tão ruim que é, chega a ser desprezível!
Derrocada total! É tão ruim, que não vende, estando longe de ter algum apelo comercial. O excesso de desenhistas convidados (um pior que o outro), só piora tudo. O Hulk perde todo o sucesso que conseguiu desde que Stan Lee o tornou popular nas HQs... o personagem se torna desinteressante, perdendo cada vez mais leitores em prol dos 3%.
Participações vazias de outros personagens, e um duelo inexpressivo com Thor. Tudo está sendo preparado para que a adolescente mimada e insuportável tenha ainda mais destaque do que o próprio Hulk. Nada importa, é deprimente!
The Incredible Hulk Vol. 6: Monster Road (ENCADERNADO).
É o mesmo de sempre, como compensação... as páginas são preenchidas com páginas duplas e cenas de ação genéricas. Mas o maior problema do Hulk de Phillip Kennedy, é que pouca coisa funciona desde uma história confusa. A pseudo-seriedade do roteiro, causa irritação... o apático escritor, que conseguiu fama em Action Comics (DC), tenta em vão repetir o mesmo sucesso com o personagem, mas só consegue passar tédio e uma incrível falta de talento. Nulo!
Uma retomada forçada após 30 EDIÇÕES da baboseira criada por Phillip Kennedy Johnson, com personagens descaracterizados e outras versões do Hulk que só servem como preenchimento. Desprezível! Absolutamente nulo!!!!
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